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"Há muito tempo que ela não sorria tão espontaneamente. Há muito tempo que ela não sentia tamanha vontade de viver, de ser feliz, de fazer as coisas boas da vida. Não, ela não está apaixonada… ela simplesmente se desapegou das coisas que não lhe faziam bem."

Carinhos Guardados ♥

29 agosto 2011

Ensaios

Niilista…Não existo”

Não faço parte de nenhum grupo, seja religioso ou social, não sou cristão nem mulçumano, católico ou tibetano, não tenho compromisso com nenhum partido político, democrata ou republicano. Sou de fato, alienado de todos os cultos sociais. Todavia, creio nos deuses dos homens, pois sei do que estes homens são capazes para provar que os seus deuses vivem.  Creio no amor das mulheres, porque conheço bem de perto até onde elas podem ir para não perderem esse amor, o amor dos seus homens, amor este, que só elas vêem.

Creio mais ainda na paz, porque não seriam os homens poderosos assim tão débeis, para fazerem tantas guerras em busca da bandeira branca desta ninfa nada veraz.  Creio ainda de forma convicta no estado de direito, pois milhões são gastos por ano para que se perpetue pela democracia, pela obrigação cívica. E na justiça, essa sim, embora cega me convence sobremodo por sua força viril como domina os fracos.

Creio de forma resoluta no poder “enganoso” do dinheiro porque por ele se matam os nobres da terra, para sentarem nos mais altos tronos do mundo e dos céus. Já me tornei crédulos nos crentes, falta pouco para que eu me torne ser humano, para crer que o homem  exista. Duvido ainda da razão, da inteligência humana, não creio que ela possa ser superior ao instinto dos vermes que buscam a luz, oxigênio e a comida apenas pelo odor.

Creio na liberdade de expressão, de religião, aliás, em todo tipo imaginário de liberdade.  Se ela não fosse real, pelo menos aos visionários, não estaria eu buscando a minha própria, para dizer o que penso, e no que creio. Creio mesmo é no saber dos sábios, estes são deveras convincentes com suas teses bem elaboradas, que ao final, na tão esperada conclusão, deixam-nos um problema ainda maior do que o apresentado na introdução.

Para resumir, importa salientar que, crendo ou descrendo, crédulo ou incrédulo, eu posso afirmar: se tudo isso em que não creio, um dia vir a existir de fato, o belo castelo de cristal, então eu não terei dificuldade para acreditar que um dia fui descrente, ou mesmo que um dia existi..

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